"... uma questão de vida e não de profissão."
"O Paulo Herkenhoff - o único [curador] que eu deixaria fazer o que quisesse..."
"A curadoria é como o teatro de uma personalidade: não vejo como um trabalho com um conceito a partir do qual você faz as peças."
"Voltei em 1967 e tive um contato brutal com a realidade brasileira. Aí minha criação se tornou mais crítica."
"... ela [Nan Goldin] não é marginal desde que foi para as grandes galerias e deixou de ser livre."
"Entrar em uma exposição atrás da outra é muito chato, há outras coisas para se fazer na vida."
da entrevista com Miguel Rio Branco na revista "DASartes", ano 4, nº 25 com Leandro Fazolla.