"A tropicalização de Paris oferece, enfim, a possibilidade de viver aqui mesmo esse equilíbrio, esse equilíbrio perfeito entre vegetal, orgânico e mineral."
"... decidiram de fazer Grenoble uma cidade-laboratório."
"A minha pesquisa dentro da cidade sempre foi, a meu ver, uma pesquisa de espaços potenciais."
"... a ideia de que a maior força da arquitetura talvez não esteja no que ela preenche, mas no que deixa vazio."
"Nunca me interessei por uma relação com algo que se possa segurar, e sim pelas relações com coisas que nos abraçam."
"Partilhávamos o mesmo amor pelo formato 10 x 15, os snapshots e por tudo o que podia ter a ver com um formato doméstico."
"... havia momentos em que algumas que ele fazia, eu tinha impressão que era eu quem as fazia. E vice-versa, pois ele também me disse que se tinha encontrado por completo em algumas coisas que eu tinha realizado." [sobre Felix Gonzalez-Torres]
"... é como descobrir alguém que teve uma história diferente da sua, mas em algum momento essas duas histórias se tornaram a mesma." [ainda sobre Felix Gonzalez-Torres]
"É a possibilidade, ao abordar outras temporalidades, outros formatos, outras formas de trabalhar, de renovar completamente essa história de exposição."
"... reconsiderar o vocabulário existente e fazer com que ele dialogue de outra maneira."
"Porque não é a coisa, não é a revelação da coisa que é privilegiada, é a conjunção de um vocabulário, e isso é uma linguagem complexa."
da entrevista com Dominique Gonzalez-Foerster no livro "Entrevistas, vol. 4" de Hans Ulrich Obrist.