Gabriela Fridriksdóttir: "Björk foi a primeira pessoa com quem pude me sentar e pensar em voz alta."
GF: "Acho que nós islandeses temos essa característica de termos nascido para escrever."
Björk: "Não é necessariamente um processo intelectual, é antes uma conexão com as emoções."
B: "E, de repente, estava conectada a todas pessoas que amo, de uma maneira completamente diferente. Comecei a escrever para todos os membros da família, inclusive para o meu pai, para dizer: "Eu amo você.""
B: "Eu quis fazer um death metal a capella, só com vozes."
B: "Há muito tempo que não lambo nenhum objeto, mas ainda tenho a lembrança."
GF: "Eu acho mesmo que nós fazemos mais "versações" do que conversações."
B: "Lamento pelos países que têm uma grande história."
B: "Também acho que seria maravilhoso poder construir uma casa de música em vidro nessa terra feita de montanhas de lava."
da entrevista com Björk e Gabriela Fridriksdóttir no livro "Entrevistas, vol. 5" de Hans Ulrich Obrist.